sexta-feira, janeiro 27, 2023
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Direita e esquerda sairão às ruas de Belém neste 7 de Setembro

Como acontece todos os anos, partidos de esquerda e movimentos sociais engrossarão a programação convocada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no histórico Grito dos Excluídos, que em sua 27ª edição terá início e concentração no largo do redondo, (Avenida Nazaré com a Travessa Quintino Bocaíuva, no bairro de Nazaré).

Lá, a partir das 08 da manhã terá um ato inter-religioso, como falas de representantes das entidades sindicais, partidárias e religiosas – além de movimentos sociais presentes – intercaladas por apresentações culturais e posterior caminhada até o Mercado de São Brás, onde o ato terá fim.

Além do Grito dos Excluídos, o ato e a caminhada estarão com as bandeiras da campanha nacional “Fora Bolsonaro”.

A estudante da UFPA e militante da UJS – União da Juventude Socialista, Hanna Villas mobiliza para o Grito dos Excluídos e o #ForaBolsonaro.

Segundo a Wikipedia, a origem do Grito dos Exclúidos remonta à Segunda Semana Social Brasileira, promovida pela Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada entre 1993 e 1994. Embora a iniciativa esteja diretamente ligada à CNBB, desde o início diversos organismos participam do movimento: as igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, movimentos sociais, organizações e entidades envolvidas com a justiça social.

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo divulgou nesta sexta-feira, 3 de setembro, um vídeo por ocasião do próximo Dia da Pátria, 7 de setembro. Segundo ele, a data deve inspirar em cada brasileiro o reconhecimento de que todos são irmãos, inclusive daqueles com quem não se concorda.

Assista:

Já movimentos de direita e em apoio ao presidente Jair Bolsonaro decidiram que estarão na escadinha das Docas do Pará, no início da avenida Presidente Vargas, onde será o ponto de encontro e concentração do ato e já vem sendo o point dos atos e caminhadas de setores e movimentos pró-Bolsonaro.

O local foi reafirmado em uma reunião realizada em um hotel de Belém, onde o deputado federal delegado Éder Mauro (PSD) bateu o martelo e orientou os movimentos de direita em apoio a Jair Bolsonaro a , já que alguns setores propuseram outros locais.

Segundo Rogério Barra, filho de Eder Mauro e membro da organização do ato, há um racha no movimento de direita, com uma clara manobra que parte de assessores do deputado estadual Raimundo Santos (Patriota), para enfraquecer o ato convocado para a escandinha das Docas. Segundo ele, um grupo de religiosos se concentrará no Parque “Porto Futuro”, onde segundo ele, “não há arborização e todos ficaram sob o sol escaldante”.

Outros líderes religiosos ligados às igrejas evangélicas estão convocando atividades com seus fiéis, no Mangueirão e na Doca de Souza Franco.

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