segunda-feira, janeiro 30, 2023
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Corpo de juíza paraibana levado à Divisão de Homicídios teria sido encontrado dentro de carro

O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE-PA) não irá se manifestar sobre a morte da juíza paraibana Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira. O corpo da magistrada que apresentava ferimento de arma de fogo, foi levado pelo marido, o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Junior, até à Divisão de Homicídios da Polícia Civil na manhã desta terça-feira (17). O corpo foi conduzido dentro de um veículo.

Segundo João Figueiredo, declarado em boletim de ocorrência, a esposa teria cometido suicídio dentro do estacionamento do prédio residencial Rio Miño, localizado na avenida Gentil Bittencourt, às proximidades da travessa 14 de Março. Porém, a administração do condomínio do residencial negou o registro, de entrada ou saída, do veículo em que o corpo da juíza Mônica de Oliveira foi encotrado.

PARAÍBA

A magistrada paraibana trabalhava no TJE-RN e era casada com o juiz que atua no TJE-PA, segundo uma fonte do TJE-PA consultada pelo portal Diógenes Brandão. De acordo com o jornalista João Paulo Medeiros, do Jornal da Paraíba, a magistrada era natural de Barra de Santana e era prima da vereadora de Campina Grande, Ivonete Ludgério. Mônica Andrade era juíza no Estado do Rio Grande do Norte e ia com frequência a Belém, segundo os familiares. Ela era casada com um magistrado do Pará.

“Ainda sem acreditar. Minha comadre, prima e grande amiga se foi”, lamentou a vereadora Ivonete em uma rede social.

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